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Em sala de aula

Caros pais. Nesse espaço, os professores da EPR estarão divulgando boa parte do conteúdo das aulas de uma maneira fácil de entender e divertida. Os orientadores estarão também divulgando dicas de estudos aplicados entre os alunos da EPR e, inclusive, datas comemorativas e fatos ligados ao aprimoramento do ensino. Fique ligado! A educação em primeiro lugar na EPR!

Estudar é brincar: EPR monta a brinquedoteca


Alguém já ouviu falar em brinquedoteca? É uma mistura de brinquedos e biblioteca. Só que na EPR, o lugar, além de livros, tem brinquedos, DVDs infantis e um quadro branco para as crianças e jovens da EPR encherem com belos desenhos. Afinal brincar também é uma maneira de estudar.

A ideia foi dos professores Fabrício e Felipe. A sala era um tipo de depósito de livros e materiais escolares. Era usado também como recinto para guardar ferramentas. Foi feito uma arrumação no lugar. Brinquedos, livros e DVDs form colocados a disposição dos alunos. Mas é o quadro branco que mais chama a atenção deles, que passam momentos agradavéis da brinquedoteca da EPR.    

Chegou a prova: e agora?


Preocupado com as notas, Jonathan estuda para as provas

Na hora de estudar para a prova, como em tudo o mais que fazemos, é importante ter um plano de ação antes de executar. O melhor é ter em mãos a lista da matéria que vai ser abordada e se possível fazer um teste antes para ver como está seu conhecimento, porque o tempo é precioso e não adianta nada estudar o que você já sabe, deixando de lado o que ignora.

C
om a lista em mãos, na frente de cada item vá dando notas para si mesmo de zero a 5, conforme seu conhecimento naquela área ou assunto específico, e estude de acordo com essa nota, conforme a sugestão abaixo:

nota zero – em assuntos sobre os quais você não sabe nada, você precisará de ajuda. Pode ser que seu professor concorde em ficar alguns minutos a mais com você depois da aula para ajudá-lo com uma explicação extra (eu concordaria), e se por acaso ele não puder, peça a um colega de classe que entenda do assunto para explicar-lhe. Se tiver muitas dúvidas, compensa até ir à casa dele e passar uma tarde aprendendo sobre o assunto.

nota 1 – sobre esses assuntos você pode até estudar sozinho, mas dedique bastante tempo para isso. Passe uma ou duas horas relendo toda a matéria, faça gráficos e resumos, tente decorar dados mais importantes, pergunte aos colegas de classe o que sabem disso.

nota 2 – nesses assuntos você está um pouco melhor, mas mesmo assim precisa reforçar seu conhecimento. Que tal ir à biblioteca pesquisar sobre o assunto, ou mesmo na internet? Mas não deixe o msn ligado, senão adeus estudos!

nota 3 – nesses assuntos você já está melhor, mas com certeza se não estudar vai ter dúvidas na hora da prova, e já que tirou as dúvidas mais urgentes nos assuntos com nota menor, vale a pena investir um pouco do seu tempo informando-se melhor. Leia suas anotações e se tiver tarefas já feitas sobre o assunto, apague e faça tudo de novo.

nota 4 – quase perfeito nessas áreas, se sobrou um tempo sempre é bom dar uma lida na matéria, quem sabe ficou alguma coisa para trás que você não percebeu da primeira vez que aprendeu?

nota 5 – tranqüilo, nem precisa perder tempo, já que você já sabe tudo do assunto, é quase um expert.

Agindo assim você estuda o que sabe menos, dedicando maior parte de seu tempo e esforço a eles, deixando sempre o que sabe melhor para o final.

E
o que fazer se você se atribuir nota zero em tudo? Bem, nesse caso ou você não assistiu nenhuma aula esse bimestre, ou está precisando urgentemente mudar sua postura como aluno, porque se você não sabe nada de nada é porque deixou para aprender tudo às vésperas da prova. Meu conselho nesse caso é você tentar aprender o que achar mais necessário e rezar bastante para a prova ser toda a respeito desse assunto.



Brincando e aprendendo


Anie e Beatriz: futuras estilistas

Tentar envolver os alunos em atividades educacionais não é uma tarefa fácil. Mas, quando estudar e brincar se misturam, a participação dos estudantes ocorre de maneira espontânea, fato que ajuda no aprendizado deles. Foi com esse intuito que a professora Rebeca Tavares Coutinho montou uma divertida aula para os alunos do primeiro ano do ensino fundamental.

C
omo atrair a atenção das crianças para aprender matérias complicadas é o maior dilema de muitos professores. A professora Rebeca Tavares Coutinho queria ensinar seus alunos sobre o corpo humano. Ela deixou de lado a rigidez de uma aula expositiva e fez os estudantes interagirem na aula de forma divertida usando apenas folhas de papel. E a receita da diversão, a educadora tirou do tempo de criança.

“Copiamos bonecos e roupinhas de papel e distribuímos aos alunos. Eles mesmos recortaram e pintaram”, disse Rebeca. Os alunos se esmeraram para criar a própria moda. Usando lápis coloridos e muita criatividade, os papeis ganharam vida. Alguns até se destacaram nos estilos. Apesar de terem apenas seis anos, principalmente, as meninas, conseguiram fazer uma boa combinação de cores e formas de darem inveja a qualquer estilista famoso.

A aluna Anie de Oliveira Iwasaki (1 ANO EF), abusou das cores e nos detalhes, mas tudo ficou dentro de um bom gosto. Já a coleguinha, Beatriz Yumi de Souza Chihaya (1 ANO EF), montou até um cenário de papel para que as suas criações ganhassem mais destaque. Os meninos também não ficaram para trás. Fortes cores e desenhos de acessórios se destacaram em seus desenhos.

Para professora Rebeca, os objetivos da aula foram plenamente alcançados.          


Ensinando a cooperar


O lar é a primeira escola. É onde serão aprendidos todos os valores

Na nobre tarefa de educar os filhos, é muito comum vermos os pais pouparem as crianças e jovens de colaboração na manutenção da organização e limpeza do lar.

Não nos passará pela mente, em realidade, que os pequenos ou jovens devam, quando não houver necessidade, ser postos para que realizem trabalhos pesados, que lhes absorvam as horas de estudo e aprimoramento de si mesmos.

Invocamos as possibilidades de aprenderem a arte de auxiliar, de prestar colaboração, o que, a cada dia, se torna mais raro.

São muitas as mães que se transformam em serviçais de seus filhos, não para que cresçam, mas, para que se encharquem nos caldos de terrível egoísmo, sem que aprendam, nos dons do amor, a se fazerem úteis.

Onde o problema de ensinar-se aos pequenos a esticar a cama donde se levantaram?

Onde a dificuldade de fazer-lhes atender a essa ou àquela pequena higiene doméstica?

Onde a impossibilidade de que aprendam a pregar um botão ou costurar uma bainha?

Como ignorar que é importante para os jovens lavar ou passar uma peça do vestuário, para si ou para alguém que precise?

Por que tanto constrangimento em ensinar ao jovem, rapaz ou moça, a passar um café ou preparar um arroz, considerando-se a honra da cooperação fraterna?

Identificamos muitos filhos que se tornaram incapazes pelos caminhos, em razão da displicência ou descaso dos que lhes deviam educação.

Não os deveremos preparar para os tempos de facilidade e abastança, mas para os dias de necessidade e carência, de modo que a incapacidade não os mutile, desnecessariamente.

Pensemos na educação que estamos oferecendo aos nossos filhos, em como os devemos educar para o mundo.

O lar é a primeira escola. É onde serão aprendidos todos os valores.

Da mesma forma que nos esmeramos para oferecer a melhor educação escolar aos nossos filhos, lembremos de ofertar-lhes a educação cristã,  plantando neles a semente da cooperação.

Os membros de uma família devem se sentir incentivados a se ajudarem mutuamente, sempre que necessário.

Evoquemos o Divino Mestre, na carpintaria do Pai, cooperando.

Coloquemos a luz do Evangelho em seus corações sem deixarmos, contudo, de lhes ocuparmos as mãos, ainda que seja nos pequenos afazeres domésticos ou da oficina, pois ajudar no trabalho do bem, onde quer que ele apareça, é também evangelização.


Parceria no ensino envolve alunos



Parceria no ensino envolve alunos e professores

Diferente de outras instituições de ensino, na EPR temos aplicado um método de parceria de ensino que envolve os professores e principalmente os alunos que mais avançam em cada disciplina. Funciona dessa maneira: os que mais avançam ajudam os companheiros, tudo sob a orientação dos professores. Na prática, dois alunos sentam juntos e discutem o tema abordado em aula. A cooperação melhora o desenvolvimento de todos. Além disso, temos notado a melhora na socialização dos jovens aprendizes. Isso tem acalorado as discussões entre eles sobre o contexto das aulas. O papel do professor mediar o debate.