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Professor também pega no pesado: melhorando as relações com os vizinhos


O professor Régis Tavares Coutinho mede tamanho da cerca a ser construída: melhorando as relações

Quem disse que dono de escola não pega no pesado. Que o dia o professor Régis Tavares Coutinho, que está sempre fazendo manutenções na Escola Professora Rebeca.

E
le resolveu construir uma nova cerca, que fica ao lado da área de recreação. Assim, os alunos podem ficar jogando bola sem o perigo de invadir a mini-horta da vizinha japonesa.

O
s alunos já foram avisados para tomarem cuidado na hora da diversão e também viram como foi construída a nova cerca. É também uma maneira interessante de educá-los, ensinando-lhes a importância das boas relações com os vizinhos.


A educação no Brasil: críticas

Um estudo da OCDE de 2007 que mede o aprendizado em ciências comparou a qualidade da educação em 57 países e mostrou que o desempenho médio dos estudantes brasileiros de 15 anos é suficiente apenas para deixar o país na 52ª posição. O mesmo estudo mostrou o país na 53ª posição em matemática (entre 57 países) e na 48ª em leitura (entre 56).

Em 2010, o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) realizado em 2009 em 65 países mostrou o Brasil na 53º posição. A avaliação feita com alunos de 15 anos com questões de literatura, matemática e ciências mostrou que quase metade dos estudantes brasileiros não atinge nível básico de leitura.

Mesmo regiões economicamente ricas apresentam problemas, como o Estado de São Paulo, que não conseguiu ultrapassar até mesmo a média nacional em nenhuma das três áreas avaliadas – ciências, leitura e matemática.

Segundo dados do PNAD em 2008, a taxa de analfabetismo no país é de 10% entre a população com mais de 15 anos. O índice cai para 4% entre os menores de 15 anos.

Outro grande problema na educação brasileira, atualmente – nas escolas públicas em geral, principalmente no ensino fundamental e médio – é a violência e o bullying, que é criticada principalmente pelos responsáveis dos alunos que estão preocupados com a segurança. A falta de professores no ensino público por causa desse problema faz com que sejam contratados professores sem muita experiência.

Acontece que os brasileiros são um povo desocupado, com a marca da ignorância trazida pelos portugueses que nos colonizaram.

Existem escolas eficientes de qualidade porque tem acesso à Internet, principalmente crianças que frequentam bibliotecas públicas metropolitanas e escolas deficientes, pobres e ruins porque faltam equipamentos, faltam bons professores, falta higiene, falta infraestrutura, as salas de aula são sujas e imundas, as crianças nunca frequentaram uma biblioteca pública sequer por isso precisam se deslocar do interior pobre das unidades federativas para a região metropolitana das capitais, nossa como isso cansa demais indo caminhar à pé até lá. Ainda mais existe preconceito e desigualdade entre os grupos étnicos do nosso país que é o Brasil. Precisamos melhorar a nossa educação.

O
s alunos são as principais vítimas da baixa qualidade da educação.

São muitos os problemas que estão presentes na educação brasileira, especialmente na educação pública. São diversos os fatores que proporcionam resultados negativos, um exemplo disso são as crianças que se encontram no 6ºano do ensino fundamental e não dominam habilidade de ler e escrever.

Esse fato é resultado direto do que acontece na estrutura educacional brasileira, pois praticamente todos os que atuam na educação recebem baixos salários, professores frustrados que não exercem com profissionalismo ou também esbarram nas dificuldades diárias da realidade escolar, além dos pais que não participam na educação dos filhos, entre muitos outros agravantes.

As avaliações implantadas pelo governo para avaliar a educação brasileira apresentam números desanimadores, isso se tornou uma situação insustentável que não pode continuar. Em setembro de 2006, um grupo de empresários e políticos, com a participação dos meios de comunicação em massa, firmou um compromisso denominado de Todos pela Educação. Nessa mobilização ficaram definidas algumas metas a serem alcançadas até 7 de setembro de 2022. São elas:

- Todo indivíduo com idade entre 7 e 17anos deverá estar na escola.

-Todo indivíduo com idade de 8 anos deverá dominar a leitura.

- Os alunos deverão ter acesso a todos os conteúdos correspondentes a sua série.

- Todos os alunos deverão concluir as etapas de estudo (fundamental e médio).

- Garantia de investimentos na Educação Básica.

Números que retratam os problemas da educação brasileira

• Hoje, no Brasil, de 97% dos estudantes com idade entre 7 e 14 anos se encontram na escola, no entanto, o restante desse percentual, 3%, respondem por aproximadamente 1,5 milhão de pessoas com idade escolar que estão fora da sala de aula.

• Para cada 100 alunos que entram na primeira série, somente 47 terminam o 9º ano na idade correspondente, 14 concluem o ensino médio sem interrupção e apenas 11 chegam à universidade.

• 61% dos alunos do 5ºano não conseguem interpretar textos simples. 60% dos alunos do 9ºano não interpretam textos dissertativos.

• 65% dos alunos do 5ºano não dominam o cálculo, 60% dos alunos do 9º ano não sabem realizar cálculos de porcentagem.

Medidas que possivelmente poderão combater os índices acima apresentados:

• Mobilização da sociedade para a importância que a Educação exerce.

• Direcionamento de recursos financeiros para escolas e professores.

• Valorização do profissional da educação.

• Implantação de medidas políticas educacionais a longo prazo.

Por fim, a situação das escolas brasileira é precária por excelência em virtude da falta de investimento na educação e dificuldades financeiras das famílias mais pobres. As escolas públicas e particulares existem, mas as pessoas não têm vontade de frequentar. Os piores índices de educação estão na África, mais precisamente no Níger.

Em nosso país existem muitos analfabetos que só sabem português errado e arrastado, principalmente falantes do dialeto caipira, que ao invés de falarem “problema”, acabam falando “pobrema”. Se existem regionalismos, existem dialetos. Como por exemplo, “cocó” em dialeto baiano significa “pessoa não confiável”.

Segundo a Desciclopédia, conforme o site humorístico tem dito: “a educação no Brasil é pior do que a da África. Na África eles não tem dinheiro para construir escolas e aqui existem escolas, mas as pessoas não tem vontade de frequentar. No caso das escolas públicas é ainda pior, os professores abusam sexualmente dos alunos, o que os revolta e quando crescem constroem barracos em volta da escola e a destroem. Nas universidades ainda existe uma vergonha de 20% cota para negros, índios, Você, Tua mãe, para tristeza dos amigos sulistas de Hitler.”

Existe muita incompetência no país, justamente devido às crianças que assistem as novelas da Rede Globo. Eu principalmente fui obrigado a abandonar a escola ou porque eu sabia mais que os alunos ou porque eu sempre era um portador de deficiência mental, tinha problema de comportamento e quando aprendo uma palavra nova muito inusitada eu às vezes encasqueto, por exemplo, a palavra distopia é um termo médico e signfica “situação congênita e problemática de um órgão do nosso corpo humano”.

Conforme teria dito Marilene Chauí: “O Brasil precisa de informação de qualidade, de gente que estuda, pesquisa, que impulsiona o país pra frente”.

Mas os políticos são corruptos e o país mais corrupto do mundo é a Somália e o da América Latina, a Venezuela de Hugo Chávez, antes era o Paraguai.

Existe muita criminalidade no Brasil, e também para melhorar a educação precisa também melhorar a saúde. A melhor educação da América do Sul é a do Uruguai, por onde o meu pai fez uma viagem para visitar uma conferência da Organização das Cooperativas das Américas (OCA) e debater as soluções do cooperativismo panamericano.

Em entrevista ao site Educar para Crescer, o economista Naércio Aquino Menezes respondeu à seguinte pergunta: Quais são os principais problemas da Educação no Brasil? Quais são os caminhos para resolvê-los? Daí ele explicou: “vejo quatro problemas principais: 1) A qualidade da Educação em escolas públicas é muito ruim; 2) Há um elevado nível de repetência; 3) O Ensino Médio ainda não é universalizado; 4) Poucas pessoas têm acesso ao Ensino Superior. Como um problema acarreta o outro, devemos priorizar a base. É preciso aumentar o número de vagas em creches e pré-escolas, estender a carga horária no Ensino Infantil e no Ensino Fundamental, dar mais atenção à formação do professor e melhorar a gestão escolar, criando sistemas de monitoramento e de incentivo para professores e funcionários.” (Deyvid Aleksandr Raffo Setti)




Verdades da Profissão de Professor

Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos sejam professores. Isso nos mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados. Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho.

A data é um convite para que todos, pais, alunos, sociedade, repensemos nossos papéis e nossas atitudes, pois com elas demonstramos o compromisso com a educação que queremos. Aos professores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem “águias” e não apenas “galinhas”. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda. (Paulo Freire)